Consulta de tarot por WhatsApp: como funciona de verdade, do pagamento à leitura

· 9 min de leitura · por Rafael · Tarot

Você escolhe o horário na agenda do site e paga antes, com valor fechado: R$157 pelos 30 minutos e R$197 pelos 60. No horário combinado a conversa acontece dentro do WhatsApp, por texto e áudio, com a foto da tiragem e o assunto que você trouxe. O tempo é seu do começo ao fim, o relógio não corre por minuto e o crédito não fica preso em plataforma. O histórico fica no seu aparelho, para reouvir nos dias seguintes.

Consulta de tarot por WhatsApp: como funciona de verdade, do pagamento à leitura

Tarot por WhatsApp não é mensagem solta, jogada no aplicativo à espera de resposta quando der. É hora marcada: você escolhe o horário, paga antes com valor fechado e, no horário combinado, a conversa acontece por texto e áudio, com trinta ou sessenta minutos que são seus.

O relógio não corre por minuto e o crédito não fica preso dentro de plataforma. A leitura acontece no aplicativo que você já usa todo dia, e o que se fala ali fica registrado na sua própria conversa, para reouvir depois com calma.

Antes do horário: escolher e pagar

A escolha do horário acontece na agenda do site, com o valor fechado aparecendo antes da confirmação: R$157 pelos 30 minutos e R$197 pelos 60. O pagamento adiantado é o que segura aquele horário no seu nome, e tira a conversa sobre dinheiro do meio da leitura. A página da consulta ao vivo descreve o que cabe em cada formato.

É comum que alguém escreva antes de escolher e diga, meio sem jeito: eu não sei nem formular o que quero perguntar. Isso costuma se resolver dentro da própria conversa. A pergunta vai aparecendo enquanto você conta o que está vivendo, e acontece de ela ficar clara na hora em que a Roda da Fortuna cai na mesa e a pessoa fala, rindo: essa aí é o meu trabalho nos últimos dois anos.

No horário: como a conversa começa

No horário marcado a conversa começa dentro do WhatsApp, por escrito e por áudio, do jeito que for mais confortável para você. Costumo ouvir primeiro o que você está vivendo, com o assunto saindo do seu jeito, sem forma certa, e só depois abrir as cartas. A tiragem vai em foto e os áudios vão descrevendo o que aparece em cada posição.

É comum que a Lua apareça na mesa, com os dois cães uivando para um caminho que some no horizonte, e a pessoa diga antes de eu comentar qualquer coisa: essa aí me deu um aperto. Presto atenção tanto às cartas quanto ao modo como cada pessoa as lê, e o aperto costuma ser um bom lugar para começar a perguntar.

Áudio, texto ou os dois

A maior parte da leitura costuma sair em áudio, porque descrever uma imagem em voz alta rende mais que digitar. O nome das cartas e o resumo do que apareceu ficam por escrito, para você achar depois sem varrer a conversa inteira. Tem gente que prefere a consulta toda em texto, e isso funciona bem quando você está no trabalho ou com a casa cheia.

A foto da tiragem

As cartas vão em foto, na ordem em que saíram, e é comum que a pessoa fique olhando a imagem enquanto o áudio corre. Reparar em qual carta o olho volta faz parte do trabalho: acontece de alguém escrever no meio da leitura que não consegue tirar os olhos de uma que eu ainda nem comentei.

A pergunta que você traz é a bússola

A pergunta organiza a tiragem, e ela não precisa chegar pronta. Uma frase torta do tipo estou remoendo isso há três meses já serve de ponto de partida, e a gente ajusta enquanto você fala. As perguntas que abrem costumam render mais que as de sim ou não: em vez de vou receber uma proposta, o que em mim está me segurando nesse emprego.

É comum que alguém chegue pedindo uma data e a conversa vire outra coisa no meio do caminho. A pessoa olha o Oito de Ouros, a figura martelando a mesma peça pela oitava vez, e diz: acho que a minha pergunta é se vale continuar. Uma leitura serve quando fala da sua situação, e não de uma situação parecida com a sua.

Se você quiser chegar com o assunto mais redondo, o texto sobre como se preparar para a primeira consulta ajuda a virar uma inquietação grande em pergunta viva. Reserve um tempo de silêncio antes e anote o que ficar ressoando.

Se você travar no meio

Travar na frente do próprio assunto é comum, e o silêncio no áudio costuma ser só isso. Quando ele aparece, troco a pergunta direta por uma descrição: como foi a última vez que isso aconteceu, quem estava por perto, o que você sentiu no dia seguinte. Contar cena costuma soltar o que a pergunta direta prende.

É comum que alguém olhe o Dois de Espadas, a figura vendada com duas lâminas cruzadas no colo e a água parada atrás, e diga num tom quase aliviado: então não é impressão minha, eu estou parada mesmo. Dar nome ao impasse costuma render mais do que decidir ali na hora.

Tarot não é psicoterapia e não substitui acompanhamento. Se o que você está vivendo pede terapia ou médico, é por aí que eu começaria, e a leitura pode caminhar ao lado sem ocupar esse lugar.

O que fica registrado, e o que fica entre nós

O histórico fica no seu aparelho e no meu, como qualquer conversa do aplicativo, e você decide o que fazer com ele. Tem gente que reouve os áudios no fim de semana, e é comum que a frase que mais pesa na segunda escuta seja outra. Esse é um ganho concreto do formato: a leitura continua disponível depois que a consulta termina.

O que se fala na consulta fica entre nós.

É comum que alguém pergunte, antes de contar a história inteira: isso aqui vai parar em algum lugar? Costumo responder pela prática: a conversa fica no aplicativo, entre você e eu, e o que aparece na sua leitura fica na sua leitura. A Papisa, sentada entre duas colunas com o livro meio fechado no colo, costuma ser a imagem que puxa esse assunto na mesa. Para começar costuma bastar o seu nome e o assunto que te trouxe.

Trinta ou sessenta minutos, e as outras portas

Meia hora rende bem quando você já chega sabendo qual é o assunto e quer olhar para ele com calma. Uma hora rende quando são dois ou três assuntos que se cruzam e você quer tempo de voltar em cada um deles. O post sobre quanto custa uma consulta de tarot compara os formatos com os valores lado a lado.

É comum que alguém chegue com três perguntas e perceba, no meio da conversa, que as três são a mesma dita de três jeitos. Acontece de o Três de Espadas cair na mesa e a pessoa dizer: no fundo era só essa aqui. Quando uma resolve as outras duas, sobra espaço para uma dúvida que não tinha vindo na lista.

Se marcar horário for a parte difícil, por causa de filho pequeno, escala de trabalho ou casa cheia, a leitura escrita chega em áudio e foto sem hora marcada, a partir de R$57 por uma pergunta. As tiragens temáticas começam em R$37 e cabem numa dúvida específica, quando você quer olhar um ponto só.

Atraso, remarcação e a opção com vídeo

Se o horário chegar e a vida atravessar, dá para me escrever pelo WhatsApp e combinar. Remarcar costuma se resolver na conversa, e chegar alguns minutos depois também: a leitura começa de onde der, dentro do tempo que estava reservado para você.

A consulta pelo WhatsApp acontece com a câmera desligada, e para muita gente isso faz parte do conforto. Quem prefere ver e ser visto tem a videochamada, por R$257, que é uma escolha de formato: mesma escuta, tela ligada.

É comum que alguém diga, antes de escolher: eu não queria aparecer. Sem câmera a voz costuma sair mais solta, e acontece de a pessoa contar em áudio o que talvez não contasse olhando para uma tela. Nessas conversas o Eremita aparece bastante, com a lanterna baixa iluminando pouca coisa por vez, e alguém diz: acho que eu só preciso enxergar o próximo passo.

Se você chega sem acreditar

Dá para chegar sem acreditar em nada, e a sua dúvida cabe na leitura sem problema. Tem gente que abre a conversa dizendo que acha que isso não é para ela, e passa a consulta inteira testando o que aparece, o que costuma deixar a leitura mais interessante. Você pode sair discordando de mim e ainda assim ter levado alguma coisa. Acontece bastante.

É comum que essa mesma pessoa pare no Sete de Copas, sete taças flutuando no ar com coisas diferentes dentro, e diga: bom, escolher é exatamente o meu problema. A imagem faz esse trabalho independente do que você pensa sobre cartas.

O que se leva de uma consulta por WhatsApp é a sua situação dita em voz alta, com imagem para pensar depois e áudio para reouvir na quarta-feira. O efeito costuma continuar nos dias seguintes, quando uma frase volta sozinha no meio de outra coisa. O que, em você, pede para ser olhado agora?


Tarot pelo WhatsApp — 30 minutosAnálise oracular de uma área da vida ou até 3 perguntas. Direto ao que importa, com horário reservado só para você.A partir de R$ 157
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Perguntas frequentes

Como funciona uma consulta de tarot pelo WhatsApp?

Você escolhe o horário na agenda do site e paga antes, com valor fechado: R$157 pelos 30 minutos e R$197 pelos 60. No horário combinado a conversa acontece dentro do WhatsApp, por texto e áudio, com a foto da tiragem e o assunto que você trouxe.

É por texto ou por áudio?

Os dois, na medida que for melhor para você. A leitura costuma sair em áudio, com o nome das cartas e o resumo por escrito, e dá para fazer a consulta inteira em texto quando falar em voz alta não for confortável.

Preciso ligar a câmera?

A consulta pelo WhatsApp acontece com a câmera desligada, só voz e texto. Quem prefere ver e ser visto tem a videochamada, por R$257.

O que acontece se eu me atrasar ou precisar remarcar?

Dá para me escrever pelo WhatsApp e combinar. Se você chegar alguns minutos depois, a leitura começa de onde der, dentro do tempo que estava reservado. Remarcar costuma se resolver na conversa.

A conversa fica gravada? Quem tem acesso?

O histórico fica no seu aparelho e no meu, como qualquer conversa do aplicativo, e você decide se apaga ou guarda para reouvir. O que aparece na sua leitura fica na sua leitura.

Quanto custa, e quais são as outras opções?

30 minutos por R$157, 60 minutos por R$197 e videochamada por R$257. Sem hora marcada, a leitura escrita começa em R$57 por uma pergunta e as tiragens temáticas em R$37.

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